ele e ninguém
Sozinho, com tanta gente. Bebe a cerveja devagarinho, intermitentemente. A vida dele não é poesia. É qualquer coisa rude, amarga, que lhe acontece todos os dias. Vejo-o caminhar pela cidade sempre sozinho, mas sempre acompanhado pelas pessoas que ele vê e com quem fala. Depois, senta-se no café, como se estivesse rodeado de gente. Vem … Ler mais